Foto ao Studio Fox Ouarzazate Marrocos - Filme Kundun / Foto a Ouarzazate Studio Fox du film Kundun

 

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Em 2005, houve entre 230 a 500 milhões de seguidores no mundo, o que fez do budismo o quarto grupo (em ordem decrescente) por trás do cristianismo, do islã e do hinduísmo. 

O budismo apresenta um conjunto ramificado de atividades meditativas, rituais (orações e oferendas), práticas éticas, teorias psicológicas, filosóficas, cosmogonia e cosmologia, abordadas na perspectiva de « bodhi », o « despertar », e « nirvana », a libertação da alma.

O budismo desapareceu de seu lugar de origem : a India do norte. Única religião que regrediu no século XX, o budismo se exportou no ocidente sem guerra, sem colonização e sem proselitismo. Na Europa e nas Américas, pessoas budistas apresentam de 1% a 8% da população, se consideramos as zonas rurais ou os centros urbanos. 20 milhões frequentam umas das formas do culto, mas só 244.000 podem ser considerados como seguidores, pela falta de lugares de cultos e professores qualificados para ensinar. 

Brasil possui uma grande variedade de religiões, a mais importante ficando a religião cristã, particularmente a católica, importada no século XVI pelos colonizadores. A coroa portuguesa associou a religião a seu poder, até a separação da Igreja e do Estado em 1891. Até os anos ’80, mais de 80% da população brasileira afirmava ser católica (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) : 130 milhões de fiéis e 15% dos católicos do mundo.

Em 2010, o IBGE registrou 60% da população que reivindica a religião católica. A religião latina decresceu com o sucesso das outras formas de religiões cristãs como o espiritualismo / espiritismo, o tele-evangelismo e o pentecostalismo. 

O IBGE registrou 244.000 seguidores do budismo em 2010, principalmente no sul do Brasil, com 26 locais de cultos espalhados por todo o país. Um único templo tibetano foi construído na área da pequena cidade de Três Coroas, no Rio Grande do Norte, pelo Lhama Chagdud Tulku Rinpoche. Um lhama veio se estabelecer no Brasil. Daqui a dez anos, estima-se que esse número de praticantes vai aumentar de 2 a 6 milhões de praticantes. 

Considerando que cresce o desinteresse dos jovens e das mulheres pela religião cristã e que aumentam o interesse pelo budismo, o Lhama Kunzang - que já havia co-fundado vários institutos budistas em todo o mundo - tomou a iniciativa de abrir um centro de práticas budistas e de treinamento de professores no Rio de Janeiro. 

Ele pretende propor uma abordagem não religiosa e totalmente integrada a sociedade atual da tradição budista do Extremo Oriente, com base no modelo original fundado pelo Buda. As práticas são principalmente do Tibete, China, Mongolia e Japão, nas escolas dos segredos (esotéricas). A teoria é extraída dos primeiros discursos de Buda, dos quais temos quase certeza que ele é o autor. O único texto posterior integrado na escola é o Bardo Thödol, o livro tibetano dos mortos, que permite na base da doutrina budista geral de ajudar os falecidos. 

Brasil segue geralmente o padrão de outros países ocidentais com atraso. Então é uma evidencia que o número de praticantes budistas aumentará. Portanto, é urgente formar rapidamente bons professores, com capacidade de superar as diferencias das escolas asiáticas para formar um budismo brasileiro proprio e servir as necessidades de desenvolvimento pessoal do povo.

O interesse do budismo é que ele não é conotado pelo hemisfério norte e não se apóia em uma crença. É uma ciência do auto-conhecimento, direcionada a iluminação e libertação. Dessa maneira, o budismo supera todos as formas de sectarismo… mas respeita as outras praticas. 

O budismo como o vemos hoje no Ocidente tornou-se um produto híbrido da secularização européia e dos discursos dos mestres por 2.500 anos. Desde a segunda metade do século XIX, os intelectuais anti-clericais têm procurado substituir a herança semítica e bíblica do Ocidente pelas doutrinas antigas da Índia, consideradas mais confiáveis ​​e racionais.

Os ensinamentos de Buda pareciam particularmente apropriados : sem Deus, sem Salvador, sem revelação escrita, ele parecia capaz de reformar o Ocidente estabelecendo-o em um novo fundamento. Esse budismo moderno é hoje defendido por personalidades da mídia como o Dalai Lhama e seus amigos Sogyal Rinpoche ou Matthieu Ricard. Visa uma renovação social que atravessa a perfeição espiritual de cada um.

Mas a experiencia ocidental do budismo decepcionou. A meditação não é mais uma reflexão sobre a vida, mas um relaxamento sentado, voltado para o aprimoramento emocional e mental. E isso, não mais sob a direção de meros monges, mas de treinadores, terapeutas, médicos, escritores, palestrantes e lobistas. O objetivo não parece, então, a busca pela iluminação, mas a melhoria do desempenho de cada um.

É confrontado por um lado com os abusos dos círculos religiosos budistas tibetanos e japoneses (que experimentam negativamente Elisabeth Martens e a maioria dos praticantes sinceros), e por outro lado com essa tendência do budismo ocidental, que o Lhama Kunzang imaginou sua prática e depois seus ensinamentos. 

Retornou a revelação inicial do Buda. Encontrou a figura do salvador na de Amitabha, o Buda do Ocidente. Não exclui definitivamente o Deus dos monoteístas, mas sentia sua presença em nossa própria natureza-Buda. Este tem sido o caminho do Lhama Kunzang, um caminho compartilhado há quase vinte anos.

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PROGRAMME 2021/22 EN FRANÇAIS:

DÉCEMBRE 2021 : COURS (A VIE) EN LIGNE DE GNOSE BOUDDHIQUE 369,00 EUROS POUR 3 MOIS UN WEEK-END SUR DEUX (BOURSES GRATUITES)

JANVIER 2022 : FORMATION (A VIE) IN SITU ET EN LIGNE EN PSYCHOTHÉRAPIE BOUDDHISTE - DEVENIR ACCOMPAGNANT EN PSYCHOLOGIE BOUDDHISTE 720,00 EUROS  

 

CULTURE DE LA MAÇONNERIE SPÉCULATIVE : HISTOIRE, INITIATION ET RÉALISATION

DATE : Stage de deux jours tous les semestres au temple et en ligne 

Prochain cours : Mars 2022

Conditions : AU TEMPLE en demie-pension : 220 Euros / EN LIGNE 110 Euros.

Jour 1. Aperçus sur l’initiation. Histoire de l’art royal. Obédiences et loges. Etude du rite écossais et du rite d'York. 

Jour 2. Symboles fondamentaux de la science sacrée. Synarchie et sociétés. Pourquoi devenir maçon ?

Budismo

Quem somos ?

Somos um grupo privado sem objetivo de lucro dedicado a formação de professores brasileiros de budismo, que tem interesso para promover uma vida consciente e convencidos que podemos dentro da sociedade fatorizar uma energia positiva na base do budismo, no paralelo e sem confrontar as igrejas, os grupos espirituais e os partidos políticos.

Nossas formações tem como objetivo de formar professores dotados de uma boa compreensão geral do budismo e capeáveis de cuidar de um grupo de praticantes debutantes.

Os cursos consideram aspetos energéticos do corpo (chakra) e da natureza (elementos e redes), psicologia budista aplicada e astrologia sideral para determinar e neutralizar os condicionamentos de nascimento que impedem a libertação total aqui e agora.

Praticamos a meditação intensiva e a escolha de comer saudável e responsável.

Quem pode estudiar ?

Qualquer pessoa com ou sem diplomas pode estudar para ser professor de budismo. Não tem nenhuma condição de origem social, de raça, de gendre ou de orientação sexual. Só querer com boa coração e ser sério.

O que o budismo pode fazer para mim ?

O proposto do budismo é a libertação das ilusões, paixões e da dominação psicológica e física de outras pessoas... com objetivo de viver uma vida autônoma, consciente e libre, capable de afrontar as dificuldades da vida com paciência, energia e método para as resolver.

Quem é na origem du budismo ?

O fundador do budismo é um principe índio chamado Siddharta, do tribo dos Gautama Sakyamouni (os que tem muitas vacas). Buda significa "ser liberado do sofrimento com mente acordado". Usamos para definir o resultado do caminho budista.

O pai de Siddharta estava um homem cheio de amor para seu filho mais bastante excessivo. Ele fechou seu filho dentro de seu palácio e organizou a vida de Siddhrata em função de quatro objetivos : ajudar ele a sentir-se poderoso em qualquer situação, impedir ele de sofrer, neutralizar as doenças e esconder a morte.

Nesse tempo (600 anos antes da era cristã), a sociedade índia se organizava assim :
- os principes viverem nos lugares sagrados, num luxo indiscritível, gastando o melhor de tudo sem noção ;
- o povo tava vivendo ume existência de opressão, dentro de lugares feios, sen nenhum conforto e nenhuma esperança que chegasse um libertador ou ater um paraíso depois da morte ;
- homens da classe media tive que permanecer casados na classe social deles, com milhares sem direitos, sob autoridade de padres mentirosos e políticos corutos, pagando muitos impostos sem muitos serviços públicos, trabalhando de manha a noite sem descanso para pagar pelas crianças saude e educação.

Revoltado contra essa situação injusta, Siddharta tive dois opções : matar-se nas drogas ou fugir na selva e praticar as austeridades do joga.


 


Siddharta tomou a decisão fugir. Mais depois de 7 anos, considerou essa opção era uma armadilha dos padres religiosos e da oligarquia, para distanciar qualquer oposição ameaçando o interesso deles. Siddharta queria libertar-se definitivamente da religião enganosa e da politica corrupta, mais ficar também dentro da sociedade. Para conseguir, meditou a situação do ser humano dentro da natureza e sua relação com os outros seres do universo. Uma noite de consciência clara e calma, Siddharta passou por uma purificação espiritual e considerou um caminho individual e coletivo, que sera possível praticar para sair do sofrimento existencial e também social.

Sua experiencia inspirou outros praticantes e pouco a pouco o budismo virou uma comunidade e cresceu em paralelo da sociedade, como pratica de meditação sem ascetismo e como doutrina do corpo e da alma, experimentadas como manifestações da energia de vida do universo. Nossos dias, a comunidade budista é a mais pacifica e também prospera em qualquer pais, com 200 milhões de praticantes no mundo e só 250.000 no Brasil. Em 2025, budismo sera a religião ou filosofia que va a mais prosperar no Brasil, até 2 milhões de praticantes (quasi x9 vezes). Precisara de um mínimo de 50.000 profissionais novos, come capacidade a dirigir um centro de meditação, cuidar dos praticantes com carinho e ensinar o caminho. Poder ser você !

Siddharta realizou três aspeitos importantíssimos do mecanismo do sofrimento :
- como todos os seres são ligados na base dos elementos (espaço, ar, fogo, agua e terra), são dependentes e responsáveis das consequências das ações que cometem : sofremos porque nossos comportamentos estão errados e que não respeitamos as leis naturais e não tratamos os outros seres como iguais ;
- a realidade material existe mais é uma ilusão sensorial, que usamos negativamente e que podemos modificar positivamente e a vontade quando mudamos nossa percepção e re-orientamos nossa consciência para experimentar mais felicidade, paz e contentamento ;
- podemos organizar-nos dentro da sociedade como um rede de pessoas educadas que dam favor as relações boas e querem vidas conscientes : com essa base, influenciamos positivamente a consciência geral.

Nos libertamos e libertamos os outros do sofrimento.

Quelhas são as praticas budistas ?
- meditação silenciosa para relaxar o corpo ;
- repetição de formulas (chamadas mantra) para acalmar a mente com a lei de afinidade ;
- exercices de respiração para sublimar as emoções ;
- escuta de musica e canto para embelezar o espíritu com a lei de registro ;
- auto-imposição curativa dos mãos para harmonizar a energia do corpo ;
- estudar para entender nosso comportamento e conformar ele a ética budista.
- visualizar qualidades pessoais e lugares lindos para atraí-los para nós com a lei de atração.

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Que é o budismo ?

Que não é ?

O budismo prepara funcionar como um ser adulto, responsável e bom por natureza. Essa ética de vida se chama auto-soberania e é interior.

O budismo não trata os praticantes como seres infantis, irresponsáveis e ruins por essência, que precisam obedecer a uma autoridade ou um poder exteriores.

O objetivo do budismo é o bem estar, que podemos ter se deixamos nossa natureza boa exprimir-se. Considera cinco qualidades : ser consciente, ficar confiante, agir com compaixão, manter o mente claro e deixar-se experimentar equanimidade.

O budismo não tem interesse para fazer crescer o ego, desejar o mundo, controlar os outros, formalizar as relações sociais com códigos e experimentar paixões destrutivas.

O budismo é uma ciência do ser humano e da natureza, que analisa a vida e a relação social como uma experiência orientada pela prosperidade, a independência e a colaboração dos seres. O budismo considera o funcionamento de nossa consciência, nosso comportamento com os outros e os objetos do mundo, e trata da morte como um evento comum, que precisamos preparar com atenção e não fugir.

O budismo não é ume religião que nos pergunta de acreditar a um dogme ou ações codificadas ou magicas, dar nosso dinheiro e nos submeter para ter relações sociais a uma entidade fundadora ou espíritos de mortos agindo dentro qualquer igreja ou grupo para o beneficio deles. O budismo não pergunta de ajudar se foi ajudado. De dar punição ou perdoar se foi ajudados ou prejudicados. O budismo valoriza distancia com atos.

O budismo respeita os outros, que considera como simples outros seres pesquisando felicidade e consciência alta da maneira que eles acham boa. Assim o budismo respeita todas as culturas, mas não se deixa pervertir, e fica com direito de comentar com compaixão qualquer situação de fato que parece errada porque gerando sofrimento sem ração.

O budismo não faz promessas de paraíso, que vamos ter se reprimimos nossa sexualidade e obedecemos a leis estabelecidas miles e miles anos atras para um outro povo com quem não temos ligação de sangue. O budismo não conta historia de povos elevados em cima dos outros, tanto que teriam direito de invadir, deportar, destruir e matar outros povos com benção de uma entidade espiritual ou profetas.

O budismo orienta o praticante para obter plena consciência de seu corpo e conhecimento de sua alma. Quando é, se chama espiritualidade porque podemos seguir as espiral universal com que nossa galáxia se manifesta.

O budismo não tem interesso para os mortos, as memórias ou arquétipos que condicionam a mente e qualquer investigação do sofre presente considerando o passado.

A base do budismo é que, como elemento desse campo de energia que é o universo, somos vivantes. Quando nos acordamos a sua realidade energética e seu mente, descobrimos que temos mesma identidade. O poder é dentro de nos e nunca foi perdido.

O budismo não celebra culto, não ora para receber um poder exterior e não pratica transes e rituais. O budismo não espera a fim do mundo, porque sabe que a natureza obedece ciclos de manifestação e destruição.

O budismo ensina ecologia, porque nosso lar precisa cuida, respeito e amor para oferecer todo seu potencial.

O budismo não gasta dinheiro para impressionar, não gera poluição inutile e respeita a terra, porque não há outro paraíso que o que construimos cade dia com nossos atos.

Quem é o lhama Kunzang ?

Lhama Kunzang é um professor de origem francesa de budismo por mais de 20 anos. Ele foi considerado jà jovem como um tulku (re-incarnação) possível de Patrul Rinpoché, o grande mestre do tantrismo do Himalaia. Mas Pascal Treffainguy (seu nome) não queria envolver-se de novo como clero do budismo tibetano. Ficou leigo e tomou a decisão de caminhar no mondo ensinando o budismo tântrico.

O lhama frequentou a maioridade dos monastérios budistas europeus, das tradições tibetanas, chineses, mongoles e japoneses, recebendo as iniciações de varias mestres. Praticou varias ciclos de meditação por um total de 10 anos, incluindo 4 anos dentro de um quarto totalmente fechado e sem visita. Como visitante de prisões e psicoterapeuta especializado na acompanhamento da aceitação da orientação sexual o da mutação do genro fisico, lhama Kunzang valorizou o coração da doutrina budista com instrumento de bem estar no contexto moderno. Autor de 50 livros, alguns referenciais mundial traduzidas em varias idiomas, o lhama se envolveu na informação do publico na questão da vida alienígena, que é uma evidencia no budismo.